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André Yves Cribb
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André Yves CRIBB
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Posição Atual  

EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ( mais ... )
Embrapa Agroindústria de Alimentos (CTAA/EMBRAPA) ( mais ... )
Área de Comunicação e Negócios
Pesquisador

Qualificações  

Pós-Doutor em Gestão de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), ICRA - Centro Internacional de Pesquisa Agrícola, Agropolis, Montpellier, França, 1999.

Doutor em Engenharia de Produção, COPPE / UFRJ - Coordenação dos Programas de Pós-graduação em Engenharia / Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil, 1999.

Mestre em Desenvolvimento Agrícola, CPDA / UFRRJ - Curso de Pós-graduação em Desenvolvimento Agrícola / Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil, 1994.

Detentor do Certificado de Escolaridade Completa para a Graduação em Ciências Econômicas, FDSE / UEH - Faculdade de Direito e Ciências Econômicas / Universidade do Estado do Haiti, Porto Príncipe, Haiti, 1983.

Graduado em Agronomia, FAMV / UEH - Faculdade de Agronomia e de Medicina Veterinária / Universidade do Estado do Haiti, Porto Príncipe, Haiti, 1982.

Formação Complementar  

Viabilidade Técnica e Econômica e Impactos. Núcleo de Tecnologia da Qualidade e da Inovação (NTQI/UFMG) e Assessoria de Inovação Tecnológica (AIT/Embrapa), Curitiba, Brasil, 2009.

Análise Emergética e Sistemas Rurais Sustentáveis. Embrapa Informática Agropecuária, Campinas, Brasil, 2008.

Preparação para Banca Examinadora-Etapa Presencial. Prêmio Nacional da Gestão Pública, Brasília, Brasil, 2007.

Preparação para Banca Examinadora do PQGF - Educação a Distância. Universidade Corporativa Serpro, Brasília, Brasil, 2007.

Prospecção de Cadeias Produtivas do Biodiesel. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Brasília, Brasil, 2006.

Tecnologias, mudanças climáticas e eficiência. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Brasília, Brasil, 2006.

Mudanças Climáticas e Mercado de Carbono. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Brasília, Brasil, 2006.

Metodologias de Avaliação de Impacto e Eficiência. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Brasília, Brasil, 2004.

Avaliação em Ciência e Tecnologia. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, Brasil, 2001.

Comercialização de Tecnologia. Rede de Propriedade Intelectual Cooperação Negociação e Comercialização de Tecnologia, Rio de Janeiro, Brasil, 2001.

Fruticultura. CINADCO - Centro de Cooperação para o Desenvolvimento Agrícola, Telaviv, Israel, 1987.

Gestão da Execução de Projetos. Ministério do Planejamento do Haiti e Organização dos Estados Americanos, Port-au-Prince, Haïti, 1984.

Prêmios e Títulos  

Prêmio ao Melhor Artigo de Sessão no Terceiro Simpósio Iberoamericano en Geração, Comunicação e Gestão do Conhecimento, IIIS - International Institute of Informatics and Systemics. Orlando, Estados Unidos, 2011.

Prêmio ao Melhor Artigo de Sessão no 2do. Simpósio Iberoamericano en Geração, Comunicação e Gestão do Conhecimento, IIIS - International Institute of Informatics and Systemics. Orlando, Estados Unidos, 2010.

Membro da 1ª Missão Multidisciplinar de Prospecção de Demandas ao Haiti no Período de 23 a 27 de Agosto de 2004, Governo Brasileiro. Port-au-Prince, Haiti, 2004.

Primeiro Lugar no Concurso Público de Seleção de Pesquisadores II para a Região Sudeste do Brasil na Linha de Pesquisa de Economia, Economia Rural e Recursos Naturais., EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Rio de Janeiro, Brasil, 2001.

Bolsa de Pós-Doutorado no Programa Internacional para a Pesquisa Agrícola orientada ao desenvolvimento, ICRA - Centro Internacional para a Pesquisa Agrícola orientada ao desenvolvimento. Montpellier, França, 1999.

Bolsa de Doutorado em Engenharia de Produção, CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Rio de Janeiro, Brasil, 1995.

Bolsa de Mestrado em Desenvolvimento Agrícola, CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Rio de Janeiro, Brasil, 1992.

Selecionado como um dos 18 alunos latino-americanos a participar do Curso de Mestrado em Desenvolviimento Agrícola, FAO - Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura. Rio de Janeiro, Brasil, 1992.

Bolsa de Especialização - Seminário Internacional em Fruticultura, Governo do Israel. Tel-Aviv, Israel, 1987.

Bolsa de Especialização em Gestão da Execução de Projetos, Governo do Haiti e OEA - Organização dos Estados Americanos. Port-au-Prince, Haiti, 1984.

Áreas de Atuação  

Gestão da inovação;
Gestão tecnológica;
Administração rural e agroindustrial;
Planejamento e políticas de desenvolvimento agrícola e agroindustrial.

Interesses Profissionais  

Gestão de pesquisa e desenvolvimento (P&D) rural e agroindustrial;
Elaboração e análise de projetos agrícolas;
Gestão de cenários de desenvolvimento agrícola;
Avaliação de impactos de tecnologias.

Temas já abordados  

Trata-se de temas que têm sido objetos de projetos e publicações. Nesse sentido, vale lembrar que André Yves Cribb é, desde 2006, líder de um grupo de pesquisa, denominado "Gestão Estratégica de Resultados de Pesquisas Agroindustriais", certificado pela Embrapa e cadastrado pelo CNPq. Entre tais temas, destacam-se os seguintes:

1. Gestão da Inovação

A inovação é geralmente definida como a implementação de uma invenção. Em outras palavras, ela consiste na transformação de uma invenção em um elemento comercialmente útil e socialmente aceito. Capaz de gerar melhorias, ganhos e/ou lucros, é caracterizada por sua novidade, sua praticidade e utilidade. Ela pode ser incremental ou radical.

Considerado como inovação, o novo produto, novo processo ou novo modelo de negócios tem uma vida caracterizada pelas fases de introdução, crescimento, maturidade e declínio. Pode viver por muito tempo. Seu declínio não significa necessariamente seu desaparecimento, mas sim sua substituição na maioria de seus usos. Esta substituição ocorre quando outra inovação concorrente apresenta vantagens de menor custo e de rendimentos superiores.

A inovação provoca mudanças tanto na empresa que a adota quanto nos mercados que recebem seus produtos. A empresa pode, em certos casos, ser obrigada a rever as competências dos recursos humanos disponíveis. Os mercados podem sofrer alterações estruturais, criando, às vezes, um monopólio temporário.

(Para mais informações, consultar o currículo completo de André Yves Cribb).

2. Gestão do Conhecimento

A gestão do conhecimento se define como um conjunto sistemático, articulado e intencional de práticas e processos embutidos em indivíduos assim como em grupos e estruturas físicas. Esses processos e práticas se referem à criação, apropriação, conservação, transferência e aplicação de conhecimentos.

Um aspecto fundamental é a necessidade de colaboração entre os atores envolvidos na gestão do conhecimento. Tal colaboração se concretiza quando é facilitada, motivada, liderada e suportada a ação desses atores e quando é fornecido e alimentado um ambiente adequado de trabalho.

(Para mais informações, consultar o currículo completo de André Yves Cribb).

3. Estudo de Sistemas de Produção Agrícola

O sistema de produção agrícola é um conjunto estruturado de meios de produção (força de trabalho, terra, equipamentos, etc.) combinados entre si para assegurar produções vegetais e/ou animais em vista de satisfazer os objetivos do (ou dos) responsável (ou responsáveis) da unidade produtiva. O estudo de um sistema de produção agrícola abrange duas grandes etapas: a identificação de sua estrutura e a caracterização de seu funcionamento.

Tal estudo envolve essencialmente a avaliação da sustentabilidade do sistema. Esta se refere não apenas às dimensões biológicas e físicas mas também aos aspectos sócio-econômicos.

(Para mais informações, consultar o currículo completo de André Yves Cribb).

4. Gestão Cooperativista

A cooperativa é uma associação autônoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio de uma empresa de propriedade coletiva e democraticamente gerida. Cada uma dessas pessoas, denominada de cooperante, associado e/ou cooperado, integra a cooperativa com o compromisso de participar ativamente de sua gestão, assumindo as responsabilidades assim como os direitos e deveres inerentes a sua integração.

Não é fácil gerenciar uma cooperativa. O desafio fundamental na gestão de tal organização é encontrar o equilíbrio entre interesses econômicos (orientados pelo crescimento mútuo do patrimônio do associado e da cooperativa), aspirações sociais (voltadas ao leque de serviços prestados pela cooperativa aos associados e beneficiários) e desejos políticos (ligados tanto às disputas internas dos associados pelo poder como também à competitividade da cooperativa).

(Para mais informações, consultar o currículo completo de André Yves Cribb).

5. Estratégias de transferência de tecnologia

O progresso técnico não é fortuito nem ocorre sem custo. Pressupõe e supõe a acumulação tecnológica que, aliás, não pode ser vista como um sub-produto mais ou menos automático da política industrial ou comercial. Em qualquer país ou setor, requer políticas ou estratégias específicas destinadas a promover a criação de capacidades tecnológicas.

Os novos conhecimentos tecnológicos são cada vez menos o resultado de esforços isolados realizados pelo pesquisador solitário ou pela unidade produtiva individual, mas são agora amplamente criados, desenvolvidos e transferidos (e também subseqüentemente difundidos) através de mecanismos complexos envolvendo numerosas formas de relações e ligações inter-organizacionais. Assim, o progresso técnico necessário à competitividade exige o estabelecimento e/ou fortalecimento de relações entre organizações de pesquisa e indústrias.

(Para mais informações, consultar o currículo completo de André Yves Cribb).

Palavras-chaves  

Agroindústria de alimentos; conhecimento; tecnologia; interatividade sistêmica; inovação; organização agroindustrial; sistema nacional de inovação; competitividade; sustentabilidade; agricultura familiar; agronegócio; sistema de produção agropecuária e agroindustrial; comercialização agrícola; marketing de tecnologia; desenvolvimento local e sustentável; segurança alimentar; transferência tecnológica; gestão cooperativista.

Atividades Associativas  
ABEPRO - Associação Brasileira de Engenharia de Produção ( mais ... )
GIFAD - Grupo de Investigação, Formação e Ação para o Desenvolvimento ( mais ... )
MOCSA - Movimento de Organização de Communidades para a Segurança Alimentar
SBPC - Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência ( mais ... )
Posições Anteriores  

2000-2002, Pesquisador Visitante na Embrapa Agroindústria de Alimentos, Rio de Janeiro, Brasil.

1990-1992, Representante da Direção dos Recursos Naturais, MARNDR - Ministério da Agricultura, dos Recursos Naturais e do Desenvolvimento Rural, DASM - Distrito Agrícola de Saint-Marc, Haiti.

1986-1990, Responsável pela proteção de Bacias hidrográficas, MARNDR, DASM, Haiti.

1985-1986, Encarregado de análise de projetos de desenvolvimento agrícola, MARNDR, DAPG - Distrito Agrícola de Petit-Goâve, Haiti.

1982-1985, Extensionista rural, MARNDR, DAPG, Haiti.

Línguas  
Nível: de 1 (básico) a 3 (fluente)

  Leitura Escrita Conversação
Crioulo 3 3 3
Francês 3 3 3
Português 3 3 3
Inglês 3 2 1
Espanhol 3 2 2
Italiano 3 1 1

Produções Blibliográficas  

CRIBB, A. Y. . Uma Abordagem Pragmática de Construção de Estratégias de Gestão do Conhecimento em Organizações. Revista Iberoamericana de Sistemas, Cibernética e Informática, v. 7, p. 75-80, 2010.

CRIBB, A. Y. Determinantes da Transferência de Tecnologia na Agroindústria Brasileira de Alimentos: Identificação e Caracterização. Journal of Technology Management & Innovation, v. 4, p. 89-100, 2009.

CRIBB, A. Y.; CRIBB, S. L. S. P. Gestão cooperativista e verticalização agroindustrial: estratégias para a agricultura familiar. Revista Tecnologia & Inovação Agropecuária, v. 1, p. 110-119, 2009.

CRIBB, A. Y. Turismo e agroindústria no Rio de Janeiro: um potencial a ser explorado. Portal do Agronegócio. Viçosa, MG, p. 1 - 2, 14 dez. 2009.

CRIBB, A. Y. Processo de inovação requer avaliação multifacetada. Jornal da Ciência, Rio de Janeiro, RJ, p. 1 - 2, 12 nov. 2009.

CRIBB, A. Y. Tecnologia de alimentos e agregação de valor a matérias-primas: dupla em crescente consolidação. Cultivar, Pelotas, RS, p. 1 - 2, 21 out. 2009.

CRIBB, A. Y. Guia de Agronomia. 3ª ed. Publicação online. Rio de Janeiro: Projeto Sobresites, 2008.

CRIBB, A. Y. Agronomia, atuação e mercado de trabalho. CREA-SC, Florianópolis, SC, p. 1 - 2, 01 nov. 2008.

CRIBB, A. Y. Mudança cultural coletiva: o pré-requisito da inovação no Brasil. Jornal da Ciência, Rio de Janeiro, RJ, p. 1 - 2, 27 nov. 2007.

CRIBB, A. Y. Na busca da inovação, onde deve estar o pesquisador? Uma questão inspirada pela Lei da Inovação. Jornal da Ciência, Rio de Janeiro, RJ, p. 1 - 3, 19 out. 2007.

CRIBB, A. Y. Análise de custos e estimativa de preços: mecanismos de gestão de negócios agroindustriais. Documentos. Embrapa Agroindústria de Alimentos, v. 75, p. 1-35, 2006.

CRIBB, A. Y. Como deixar de cultivar a pobreza rural no Haiti?. Essência Científica, Rio de Janeiro, v. 2, n. 1, p. 1-10, 2005.

CRIBB, A. Y. Metodologia tridimensional de avaliação dos impactos de tecnologia: uma adaptação para o segmento agroindustrial. Comunicado Técnico. Centro Nacional de Pesquisa de Tecnologia Agroindustrial de Alimentos, v. 80, p. 1-3, 2005.

CRIBB, A. Y. "Sistema agroalimentar brasileiro e biotecnologia moderna: oportunidades e perspectivas". Cadernos de Ciência & Tecnologia, Brasília, v. 21, n. 1, p. 169-195, jan./abr. 2004.

CRIBB, A. Y.; CRIBB, S. L. S. P.; ANJOS, M. B. dos; TEIXEIRA, L. H. S. Educação Ambiental e Cidadania. Projeto de sistema integrado de produção agropecuária elaborado para o Colégio Cenecista Capitão Lemos Cunha (CCCLC). Rio de Janeiro: CCCLC, 2004.

CRIBB, A. Y. Inovação e difusão: considerações téóricas sobre a mudança tecnológica. Essência Científica, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p. 1-12, 2002.

CRIBB, A. Y. Acumulação de capacidades biotecnológicas no sistema alimentar: uma matriz de estratégias para países em desenvolvimento. Tese de Doutorado. Rio de Janeiro: COPPE / UFRJ, 1999, 285p.

AIYACHIA, N.; ANDRADE, F. A. de; CRIBB, A. Y.; MAPATANO, S.; TATAI, D. Étude des systèmes de production agricole du district de Pacuí, État de l'Amapá, Brésil. Montpellier: ICRA, 1999, 144p.

CRIBB, A. Y. "Comment cesser de cultiver la pauvreté rurale en Haïti?". Le Nouvelliste, vol. 35476, p.9-14, 1998. Port-au-Prince.

CRIBB, A. Y. "La vulnérabilité alimentaire des ruraux haïtiens: une situation préoccupante". Le Nouvelliste, vol. 35402, p.8-9, 1998. Port-au-Prince.

CRIBB, A. Y. Politique des prix agricoles et Sécurité alimentaire en Haïti (1971-1986). Port-au-Prince: Éditions AREYTOS, 1997, 163p.

CRIBB, A. Y. "Haïti : le passage d'une indépendance radicale à la dépendance quasi-totale". Trabalho apresentado no Seminário de formação Continuada para Professores de Francês do Estado do Rio de Janeiro (APFERJ), 2-7 de Fevereiro de 1997. Rio de Janeiro.

CRIBB, A. Y. Políticas de Preços Agrícolas e Segurança Alimentar no Haiti (1971-1986). Dissertação de Mestrado. Rio de Janeiro: Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Agrícola, 1992, 175p.

CRIBB, A. Y. Contribution à l'étude des potentialités d'irrigation de la plaine des deux étangs de Miragoâne. Monografia de Graduação. Port-au-Prince: Faculté d'Agronomie et de Médecine Vétérinaire, 1982, 83p.



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Última atualização em 01/06/2015